REALIZADORAS CAPIXABAS: o cinema de mulheres no espírito santo em três gerações

Nome: RAYSA CALEGARI AGUIAR
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 25/08/2021
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
GABRIELA SANTOS ALVES Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
ERLY MILTON VIEIRA JUNIOR Examinador Interno
GABRIELA SANTOS ALVES Orientador
KARLA HOLANDA DE ARAUJO Examinador Externo

Resumo: Este trabalho propõe uma apresentação e análise da produção audiovisual feita por mulheres no estado do Espírito Santo – Brasil. O primeiro capítulo segmenta essa produção em três gerações configuradas da seguinte forma: a primeira geração vai das mulheres que começaram suas produções de 1989 até 1998. A segunda geração vai de 1998 até 2010. E a terceira e última, de 2011 até 2019. O conteúdo apresentado aqui vem, em grande parte, do cruzamento de dados presentes nas matérias e fichas técnicas de filmes publicados em dez edições da Revista Milímetros, a revista do audiovisual capixaba, que foram editadas e distribuídas pela Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do Espírito Santo - ABD Capixaba entre 2008 e 2019 e o livro Plano Geral, obra catálogo panorâmica acerca da produção audiovisual capixaba escrita pelo Prof. Dr. Erly Vieira Junior, um dos elementos que compõem o quadro teórico da pesquisa. Além deste, Mulheres de Cinema, livro organizado por Karla Holanda norteia o olhar sobre o cinema produzido por mulheres e é obra essencial para o estudo de um tema tão pouco debatido na academia brasileira. No próximo capítulo a dissertação aprofunda-se na história da ABD Capixaba e de sua publicação catálogo, Revista Milímetros, principal banco de dados usados na pesquisa para entender as mudanças entre as gerações da produção audiovisual feminina no Espírito Santo ao longo das décadas. Neste momento são analisados os números da produção feminina no estado e feita uma comparação com os números relativos à produção masculina. Para essa análise é levada em consideração as proporções apresentadas pelo Boletim GEMAA sobre representatividade no audiovisual brasileiro. No último capítulo são destrinchadas entrevistas feitas com oito realizadoras capixabas que coabitaram a mostra competitiva realizada pela ABD ao longo de sua existência. Foram selecionadas as realizadoras com maior quantidade de obras participantes das Mostras e também realizadoras pretas de cada geração. Dentre os temas debatidos com as entrevistadas estão as motivações para sua entrada no audiovisual, dificuldades ao longo da carreira entre outras percepções que confirmam ou não os dados apresentados nos capítulos anteriores. As entrevistas estão transcritas integralmente nos apêndices do trabalho.

Palavras-chave: ABD Capixaba. Cinema de mulheres. Diretoras. Revista Milímetros.

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